Um blog é como um filho. Requer muitos cuidados, muitas atenções, muitos esforços, muita dedicação, muito tempo. Ele terá de crescer, desenvolver-se, ter conteúdo, ser sadio, comunicar-se, chegar lá.
Um blog requer mais atenções que um filho. Não podemos deixá-lo brincando na pracinha enquanto atirados sobre a grama fresca contamos nuvens, ou pássaros ou estrelas; não podemos deixá-lo na área de brinquedos do shopping enquanto fazemos alguma compra, olhamos vitrines ou simplesmente tomamos um café; não podemos deixá-lo por uns dias na casa dos avós, nem na colônia de férias, nem em lugar algum; não vai à escola, não dorme, não faz as lições de casa. E não viaja, nem namora, nem casa: sem folgas.
Um blog não avança a não ser levado pela mão, trabalhado, incrementado, arrumado. Está sempre ali, a requerer cuidados; uma sombra acompanhando teus passos; uma voz tênue mas persistente chamando-te; uma lembrança de que fica algo por fazer; um mosquito impertinente rondando tua pele, sugando teu sangue. É um pouco dramático, sim, mas é isto: uma tarefa sempre inacabada.E blog que se prece está sempre em dia.
Um pé no saco! Como todo respeito...Vou avaliar melhor o assunto. To be (blog) or not to be (blog)?


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