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segunda-feira, 21 de outubro de 2013


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O CORPO ASTRAL (II)

O corpo astral também tem sido chamado de corpo do desejo ou corpo emocional. A literatura descreve o corpo astral com a sede dos nossos desejos sexuais, anseios, disposição de espírito, sentimentos, apetites e temores. Surpreendentemente, o medo é uma das energias astrais mais nos influenciam atualmente. O grau em que as pessoas são afetadas por esses temores e desejos determina a extensão e a natureza da expressão de suas personalidades no plano físico. Embora a maioria dos médicos e cientistas ocidentais considere a expressão emocional humana uma característica da atividade neural do sistema límbico cerebral, este é apenas um sistema auxiliar em relação às energias de dimensões superiores que também penetram no sistema. O cérebro físico é visto pelos mecanicistas newtonianos como um complexo bio-computador neuroquímico. Os mecanicistas acham que o cérebro se assemelha a um sofisticado servomecanismo. O cérebro vivo é na verdade, ima interface para que a alma se expresse na forma de vida física ativa. Se o sistema nervoso for debilitado pela doença, a personalidade pode ficar aprisionada num vínculo não expressivo (é o que acontece na Síndrome do Homem Trancado Dentro de Si). Assim, por exemplo, vítimas de derrame cerebral sofrem uma grave diminuição da capacidade motora, sem perda cognitiva, podem estar plenamente conscientes e, não obstante, serem incapazes de se comunicar com aqueles que a cercam. A programação desse bio-computador pode provir de muitos níveis diferentes de input. Os cientistas ocidentais atualmente só reconhecem a influência de fatores físicos sobre o sistema nervoso. As energias astrais afetam o cérebro físico e o sistema nervoso através de suas ligações sutis com o corpo etérico e de suas interligações com o corpo físico. Diferentemente do corpo etérico, que sustenta e energiza o corpo físico, o corpo astral também opera como um veículo de consciência que pode existir independentemente do corpo físico, embora não deixe de esta ligado a ele. A consciência móvel do indivíduo pode deslocar-se e interagir com o ambiente através do corpo astral enquanto o corpo físico permanece inativo ou adormecido. Embora isto possa parecer estranho, essa função do corpo astral é importante para a explicação de um interessante fenômeno humano que só recentemente foi reconhecido: a Experiência de Proximidade da Morte (EPM). Descrições de experiências relatadas por indivíduos que estiveram clinicamente mortos durante um determinado tempo têm sido objeto de uma série de livros escritos pelo Fr. Raymond Moody e,mais recentemente, pelo Dr. Klenneth Ring. Entrevistas com centenas de indivíduos que foram temporariamente classificados como clinicamente mortos produziram descrições semelhantes de experiências nesse misterioso estado. Uma das experiências mais comuns vividas por pessoas que estiveram próximas da morte é a sensação de flutuar acima do corpo físico e de olhar para baixo. As pessoas muitas vezes descreveram corretamente detalhes das tentativas de ressuscitação efetuadas pelos paramédicos, tais como as roupas usadas pelos membros da equipe de socorro, as palavras ditas e as drogas ministradas. Na falta de explicações lógicas, os médicos contemporâneos tem procurado invocar mecanismos bioquímicos relacionados com a anoxia cerebral (falta de oxigênio no cérebro) para explicar essas aparentes alucinações. Muitos dos que estiveram próximos da morte descrevera, a sensação de serem puxados para cima, em direção a uma luz no fim de um túnel, enquanto flutuavam acima da mesa e olhavam para seus próprios corpos, que estavam embaixo. As experiências de proximidade da morte são representativas de um estado conhecido como uma Experiência de Viagem Fora do Corpo (EVFC) A EVFC talvez seja uma descrição mais precisa do que acontece ao indivíduo porque, durante a EPM, a pessoa na verdade está fora do seu corpo físico. Neste caso, então, a partir de que ponto a pessoa vê o que se passa? A resposta para esta pergunta é que ela está vendo o mundo através dos olhos do seu corpo astra!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

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O CORPO ASTRAL

        A literatura esotérica contém muitas informações relativas ao corpo astral ou emocional. Essa parte da anatomia sutil humana é conhecida desde as primeiras dinastias egípcias. O corpo astral é um componente dos ser humano integral e multidimensional e, assim como o corpo etérico,  geralmente se sobrepõe à estrutura física. Ele é constituído por matérias de frequências energéticas situadas bem além da faixa normal de percepção humana e são visíveis apenas para os olhos de um observador clarividente treinado. (Como veremos mais adiante, o olho clarividente treinado é, na verdade, o chakra ajma ou terceiro olho do corpo astral, o qual já está ajustado para transmutar e transmitir energias dessa faixa específica de frequência). Já nos referimos à função dos chakras como órgãos estendidos de percepção. Como a matéria astral existe numa faixa de frequência bem acima das matérias física e etérea, ela tem a capacidade de ocupar o mesmo espaço que os corpos físico e etérico. Essa coexistência ilustra um princípio da matéria que poderia ser chamado de Princípio da Coexistência Não-Destrutiva. Este princípio estabelece que matérias de frequências diferentes podem ocupar o mesmo espaço simultaneamente e de forma não-destrutiva.

        Observou-se que o corpo astral "geralmente" se sobrepõe à estrutura física. O que acontece quando ele não se sobrepõe à estrutura do corpo humano? A resposta a esta questão é difícil mas não impossível. Antes de aprofundarmos nesta questão, porém, precisamos tratar de algumas das funções mais fisiológicas do corpo astral. 

        O corpo astral, da mesma forma que o corpo etérico, também tem sete chakras principais. Eles são chamados de contrapartes astrais dos chakras.  Assim como os chakras etéricos, eles também transformam energia e são parte integrante de nosso sistema energético sutil expandido. Os centros astrais são transmissores  e receptores de energia estral; esta, por sua vez, é reduzida e passada para os chakras etéricos, onde, através dos nádis, as energias são traduzidas em função nervosa e glandular. Como o corpo astral está envolvido na expressão das emoções, os chakras astrais proporcionam  uma ligação de energia sutil através do qual o estado emocional  de uma pessoa pode prejudicar ou fortalecer a sua saúde. 

         A literatura esotérica reconhece que os efeitos das funções glandulares e hormonais ocorrem no nível da atividade celular e que os hormônios também constituem um fator importante na expressão emocional da personalidade. A medicina convencional também reconhece as influências da oitava astral sobre a saúde. Os médicos, por exemplo, há muito tempo reconhecem a personalidade hipercinética do hipertireoidismo , em contraste com a personalidade  astênica do hipoadrenalismo.  Os endocrinologistas reconheceram determinados padrões de expressão emocional relacionados com tipos de disfunção na atividade glandular. O que passou despercebido para a maioria dos endocrinologistas, porém, é o fato de que a atividade hormonal das principais glândulas endócrinas  depende da influência energizadora dos chakras a elas associados. 

        O corpo astral, algumas vezes chamado de corpo emocional, é considerado a sede das emoções humanas. Nossas emoções têm origens mais profundas e sutis do que a ciência moderna atualmente reconhece. Nas últimas décadas, a medicina começou a reconhecer e a esclarecer as relações existentes entre o stress emocional e a doença física. Como o corpo astral está fortemente ligado ao nosso lado emocional, na expressão das doenças físicas e emocionais há um elo poderoso e não reconhecido entre a mente, o corpo físico e o corpo astral. Os desequilíbrios emocionais podem ser causados tanto por distúrbios neuroquímicos na atividade cerebral como nos padrões anormais de fluxo de energia no corpo astral e nos seus chakras.