Minha lista de blogs


"PRO LIBERTATE"

Bem-vindo

Tome um amargo.
Tome un mate

Pesquisar este blog

Total de visualizações de página

domingo, 25 de julho de 2010

Sim

Ousem acreditar que o universo é simples. Um amorável SIM é a passagem para infinitas possibilidades.

Não era de se esperar que vocês compreendessem suas vidas. Esperava-se que vocês as vivessem.
Em que consiste exatamente o processo da morte?

Exatamente morrer é um processo muito inexato. Cada um nasceu singular. Vivem singularmente. Vão morrer de forma singular e única.

O processo da morte é isto: o interesse de uma alma na vida humana foi inteiramente preenchido e a alma pensa se vale a pena ficar e começar outra coisa ou não. A idade cronológica da pessoa não vem ao caso. Esse é o processo.

Em última instância a alma é que decide: "Já fiz tudo quanto podia neste caso particular. Daqui por diante continuar vivendo seria improfícuo e em nada serviria ao Perfeito Amor, Assim sendo, acho melhor votar para Casa."

Bem, essa decisão de voltar para Casa é o começo do que tem sido chamada "uma misteriosa doença terminal", "morte acidental" ou seja lá o que for; pode ser até um assassinato, Mas, uma vez que a alma tomou essa decisão, o corpo e a vida obedecem. Aí o processo de morrer torna-se mais específico. Chega então para cada um de vocês o momento em que a personalidade humana. com todos os seus medos, conclui lque é uma luta inglória a que se trava contra a morte: vocês hão de se render a ela. Por mais aterrador que a mente ache tudo isso, o coração estará transbordante de alegria. Nesse momento, a Paz desce.

A morte é a última escolha que fazemos nesta vida.
É sempre aterrador morrer?

É o que se diz da morte o que torna difícil o processo. Se vocês ficarem parados no momento da morte, nem se darão conta de que já morreram. Vocês são eternos. Passarão dessa vida para a seguinte num alento. Talvez tenham de ser lembrados, pelos espíritos que irão recepcioná-los, do fato de terem deixado o corpo físico. Todo o medo e todo o sofrimento deixam de existir para além da passagem da morte.

O que vocês vão encontrar é o que sempre almejaram, o que vocês vão lembrar é o que estiveram buscando a vida toda.
Como pode alguém com uma doença fatal sair da vida dançando, quando a vida é considerar a única coisa que se tem e que faz sentido?

E foi justamente isso que deu margem à doença fatal. Voltemos primeiro à Grande Realidade: a vida é fatal. Qualquer coisa que vocês façam, se quiserem encarar assim, há de ser fatal. Nascer é a coisa mais fatal que se pode fazer. Quando alguém fala em "doença fatal", está apenas deixando que o medo desloque a realidade.

Nada é mais fatal, a respeito de qualquer doença, que esse mesmo adjetivo. Estarei sendo insensível? Acho que não: estou dando nome aos bois...

Como alguém pode sair da vida dançando quando tem uma doença fatal? Bem, com a vida a gente aprende: uma vez que fatal é todo o produto da experiência humana de vocês, simplesmente saem dançando.

Tudo na vida é um processo que há de levar vocês do nascimento à morte, do lar à Casa.
Como lidar com alguém que está morrendo?

Vejam esse alguém à luz do que vocês sabem que ele é e a razão pela qual vieram todos ao mundo, e aí vocês farão as perguntas apropriadas para abrirem as portas da memória de tais indivíduos. Mas tenham cuidado quando estiverem com medo, quando não estiverem mais com a verdade. Vocês não têm nada a ver com uma pessoa moribunda, porque essa pessoa está se abrindo para a verdade e precisa se movimentar com alegria.

A morte não é um fracasso.
Drogas

A natureza das drogas é o medo. Ao nascer, cada um contrai uma doença fatal: o medo. E o que têm as drogas a ver com o medo? Aqueles que têm um tipo especial de sensibilidade sentem que não podem suportar este mundo e saem à procura de um caminho . Tentam dessensibilizar-se ou de certo modo se alienar, e aí encontram alguma substância que lhes parece oferecer um pouco de ar puro. Qualquer que seja a substância química escolhida, no começo ela é procurada apenas como uma espécie de folga.

Existem aqueles que escolheram um corpo físico e o esboçaram cuidadosamente e que ficam dependentes de algum tipo de fuga, até que a fuga se transforma em veneno: aí, ou o corpo humano morre ou o ser humano cai na realidade do mundo, que diz:"A saída não é por aí". Se a alma está pronta para a volta seguinte, então quem têm dependência de drogas começa a se tratar para se curar.

As drogas são sempre um caminho para o despertar.